Em "Pintura Habitada" Helena Almeida parece sugerir o cruzamento de dois mundos: o da realidade implacável dos espelhos, do nitrato de prata, do olhar dos outros, mas também do desejo constructivo de nos transformarmos, e inventarmos, através do nosso próprio olhar. A sugerir a Psicoterapia como um auto-retrato a dois olhares: o do terapeuta-espelho, que deve saber reflectir e ampliar o melhor do que vê, e transformar ou diminuir o menos bom, e o do próprio sujeito-pintor. Libertador e onírico, como o pensamento que construímos a trocar experiências.
2005/07/13
Auto-retrato continuo a dois
Em "Pintura Habitada" Helena Almeida parece sugerir o cruzamento de dois mundos: o da realidade implacável dos espelhos, do nitrato de prata, do olhar dos outros, mas também do desejo constructivo de nos transformarmos, e inventarmos, através do nosso próprio olhar. A sugerir a Psicoterapia como um auto-retrato a dois olhares: o do terapeuta-espelho, que deve saber reflectir e ampliar o melhor do que vê, e transformar ou diminuir o menos bom, e o do próprio sujeito-pintor. Libertador e onírico, como o pensamento que construímos a trocar experiências.
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